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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Recontando - Jornalismo na medida das crianças

Você conhece o recontando?

Achei muito interessante, é um site que conta as notícias atuais para as crianças, com ilustrações e animações. Bacana, não é? Deve ajudar nas lições de casa da escola ou até mesmo a explicar algo que a criança ouviu na tv...

O site é dividido em temas, como economia, ciência, mundo, esporte... como um jornal. Acho bom também para incentivar os pequenos a se interessarem em ler as notícias. Afinal, as escolas bem que tentam, mas o maior exemplo vem de casa, certo?


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Programação dia das mães: Avant Gabriel

Para quem não conhece, a Al. Gabriel M. da Silva é uma rua com muitas lojas de móveis e decoração. Passagem obrigatória para quem está reformando ou decorando, pois tem as melhores lojas do mercado. Além disso, é uma rua muito agradavél, com calçadas largas....gostosa de passear.

Esse ano, o evento organizado pelo Grupo Dória e com patrocínio da Chandon vai acontecer na véspera do dia das mães. Cada loja prepara uma atração diferente e a rua fica fechada. É um programa para ir com as crianças ou mesmo sem, nem que seja para admirar as vitrines e "babar" um pouquinho.
As lojas já estão com descontos especiais para dia da mães do dia 04/05 ao dia 11/05.

"Um quilômetro de arte, entretenimento, música, cafés e intervenções culturais. Mil metros com algumas das mais bonitas lojas de São Paulo. Um programa diferente, único, para passear, celebrar e comprar. Cada loja da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo se torna uma atração neste evento que também presta homenagens às mães, ao ser realizado na véspera do Dia das Mães dia 11/05/13"

via: avantgabriel.com.br

terça-feira, 7 de maio de 2013

Eee Baby Bum chegando

Meninas
Estou muito animada para minha primeira ida à uma feira infantil! Pois é, a Baby Bum está chegando, começa dia 16/05 e vai até dia 19/05 das 10hs as 20hs na Vila dos Ipês - Av. Mofarrej, 1.505 - V. Leopoldina.

Entre os expositores, tem 3 específicos que quero citar aqui:
- Tinok (www.tinok.com.br): trabalha com produtos de puericultura de alta qualidade. Todos são importados de Israel e são vendidos pela loja online e nas melhores lojas especializadas.
Entre os meus preferidos estão os babadores babamonster que são lindos, lúdicos e mega funcionais pois são laváveis e tem essa "bolsa" aonde a comida fica armazenada quando cai. O Happy Pee acho o máximo! É um pinico em forma de mictório, que fica preso na parede, é ótimo para o desfralde dos meninos. E o Imote que é um controle remoto no qual deixamos programado alguns canais infantis, portanto ficamos mais tranquilos que eles não vão assistir o que não deve.
Babamonster

Happy Pee


IMote
- Banho Maria (www.banhomariasp.com.br): é uma marca de roupas de banho/biquínis/sungas etc para crianças. A Sandra, estilista tem muito bom gosto e as estampas são lindas. Tem para meninos e meninas. 

- Pedacinhos de Pano (www.pedacinhosdepano.com.br): enxoval para o baby! Tem kit de berço, trocador, almofada de amamentação, entre outros. Tudo feito com o maior carinho e pensado exclusivamente para o bebê e a mamãe. Ainda não escolhi o meu, mas assim que decidir vou mostrar aqui. 
kit berço e trocador patchwork

Com certeza tem outros ótimos fornecedores, e depois eu conto tudinho para vocês!

Mais infos: babybum.com.br

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Agora é fazer barulho para que a lei seja aprovada!!

 
Hospitais da Rede Pública e Privada DEVEM aceitar Doulas. Vamos fazer Barulho para que essa lei seja aprovada. Esse é o fruto das nossas marchas e do ativismo real e virtual. Parabéns para todas as ativistas.

Projeto de Lei n.250, publica...do no Diário Oficial do Estado de SP em 1/05/2013.

Agora é fazer barulho para que a lei seja aprovada!!

PROJETO DE LEI Nº 250, DE 2013
Dispõe que maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de São Paulo ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho
de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECRETA:
Artigo 1º - Maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do
Estado de São Paulo ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
§ 1º - Para os efeitos desta lei e em conformidade com a
qualificação da CBO (Classificação Brasileira de Ocupações),
código 3221-35, doulas são acompanhantes de parto escolhidas livremente pelas gestantes e parturientes, que “visam prestar suporte contínuo à gestante no ciclo gravídico puerperal, favorecendo a evolução do parto e bem-estar da gestante”, com certificação ocupacional em curso para essa finalidade.
§ 2º - A presença das doulas não se confunde com a
presença do acompanhante instituído pela Lei Federal
11.108/2005.
§ 3º - Os serviços privados de assistência prestados pelas
doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e
pós-parto imediato, bem como despesas com paramentação, não acarretarão qualquer custos adicionais à parturiente.
Artigo 2º - As doulas, para o regular exercício da profissão,
estão autorizadas a entrar nas maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de São Paulo, com seus respectivos instrumentos de trabalho, condizentes com as normas de segurança e ambiente hospitalar.
Parágrafo único - Entende-se como instrumentos de trabalho das doulas:
I - bolas de fisioterapia;
II - massageadores;
III - bolsa de água quente;
IV - óleos para massagens;
V - banqueta auxiliar para parto;
VI - Demais materiais considerados indispensáveis na
assistência do período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
Artigo 3º - Fica vedada às doulas a realização de procedimentos médicos ou clínicos, como aferir pressão, avaliação da progressão do trabalho de parto, monitoração de batimentos cardíacos fetais, administração de medicamentos, entre outros,
mesmo que estejam legalmente aptas a fazê-los.
Artigo 4º - O não cumprimento da obrigatoriedade institu-
ída no “caput” do artigo 1º sujeitará os infratores às seguintes
penalidades:
I - advertência, na primeira ocorrência;
II - se estabelecimento privado, multa de 100 UFESP na
próxima, dobrada em cada outra reincidência, até o limite de
2.000 UFESP;
III - se órgão público, o afastamento do dirigente e aplica-
ção das penalidades previstas na legislação.
Parágrafo único - Competirá ao órgão gestor da saúde
da localidade em que estiver situado o estabelecimento a
aplicação das penalidades de que trata este artigo, conforme
estabelecer a legislação própria, a qual disporá, ainda, sobre a aplicação dos recursos dela decorrentes.
Artigo 5º - Os sindicatos, associações, órgãos de classe dos
médicos, enfermeiros e entidades similares de serviços de saúde do Estado de São Paulo deverão adotar, de imediato, as providências necessárias ao cumprimento da presente lei.
Artigo 6º - O Poder Executivo regulamentará esta lei, no
que couber, no prazo de 60 (sessenta) dias após sua publicação.
Artigo 7º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICATIVA
Este projeto de lei demanda que maternidades, casas de
parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede
pública e privada do Estado de São Paulo ficam obrigados a
permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
Desde os primórdios da humanidade foi se acumulando
um conhecimento empírico, fruto da experiência de milhares de mulheres auxiliando outras mulheres na hora do nascimento de seus filhos. O nascimento humano era marcado pela presença experiente das mulheres da família: irmãs mais velhas, tias, mães, avós.
Atualmente, os partos acontecem em ambiente hospitalar
e rodeado por especialistas: o médico obstetra, a enfermeira, o anestesista, o pediatra... cada qual com sua especialidade e preocupação técnica pertinente. Cada vez maior, a hospitalização do parto deixou as nossas mulheres desenraizadas e isoladas, sem nenhum apoio psico-social.
A figura da doula surge justamente para preencher esta
lacuna, suprindo a demanda de emoção e afeto neste momento de intensa importância e vulnerabilidade. É o resgate de uma prática existente antes da institucionalização e medicalização da assistência ao parto.
A palavra doula vem do grego e significa “mulher que
serve”. São mulheres capacitadas para brindar apoio continuado a outras mulheres, (e aos seus companheiros e/ou outros familiares) proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos.
A organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da
Saúde de vários países entre eles o Brasil (portaria 28 de maio de 2003) reconhecem e incentivam a presença da doula. Tem se demonstrado que o parto evolui com maior tranqüilidade, rapidez e com menos dor e complicações tanto maternas como
fetais. Torna-se uma experiência gratificante, fortalecedora e favorecedora da vinculação mãe-bebê. As vantagens também ocorrem para o Sistema de Saúde, que além de oferecer um serviço de maior qualidade, tem uma significativa redução nos custos dada a diminuição das intervenções médicas e do tempo
de internação das mães e dos bebês.
"O apoio físico e empático contínuo oferecido por uma
única pessoa durante o trabalho de parto traz muitos benefícios, incluindo um trabalho de parto mais curto, um volume significativamente menor de medicações e analgesia epidural, menos escores de Apgar abaixo de 7 e menos partos operatórios." (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. OMS. Maternidade segura. Assistência ao parto normal: um guia prático. Genebra: OMS, 1996)

Em face de sua relevância, esperamos contar com o
imprescindível apoio das Senhoras Deputadas e Senhores Deputados para a aprovação do presente projeto de lei.
Sala das Sessões, em 24-4-2013
a) Leci Brandão - PC do B

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Parto pelo mundo - GNT

Geeeente, dia 05/05 começa no GNT o programa "Parto pelo Mundo".
Estou curiosa, pelo que entendi são histórias de uma parteira e seu marido que viajam pelo mundo e têm a oportunidade de vivenciar os diferentes partos em suas culturas.

Segue a sinopse:

"Mayra Calvette sempre teve o sonho de entender 'como as pessoas nascem'. Quando conheceu o marido Enrico Ferrari os dois decidiram embarcar na jornada de descobrir o mundo com uma visão bem especial: ver, in loco, como as pessoas nascem. "A ideia é de colocar o pé na estrada, conhecer como os bebês nascem e como as mulheres são cuidadas em diferentes partes do mundo", conta a enfermeira obstetra e apresentadora do programa "Parto pelo mundo", que estreia no GNT dia 5 de maio (domingo), às 23h30, mostrando a realidade do parto humanizado em diferentes países.

O trabalho de Mayra tem a chancela de Gisele Bündchen, que escolheu a amiga para realizar o parto natural, em casa, de seus dois filhos, Benjamin e Vivian. A cada episódio, o programa exibe um trecho com a modelo contando o porquê da opção do parto natural. Nove meses de gravação, cinco continentes, 25 países e paisagens incríveis de lugares como Alemanha, Butão, Camboja, Nova Zelândia e Nepal"

Vai lá: canal 41 - GNT - 05/05 - 23:30hs.

Outro programa que me emociona sempre é o "Boas Vindas" - vale a pena assistir, de preferência acompanhada com um lençinho para enxugar as lágrimas.
Também no GNT.

Aproveitando, o site da GNT é uma delicia de navegar - http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/ - tem várias dicas  e informações para mulheres antenadas como nós!!!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Renascimento do Parto

"Se a mulher quiser um parto normal ela precisa lutar ferrenhamente contra o sistema e praticamente se formar em Obstetrícia para conseguirem desviar de tantos mitos que envolvem o assunto", Érica de Paula - idealizadora do filme "O Renascimento do Parto", que questiona a realidade obstétrica no Brasil.

Como já falei antes aqui no blog, sou 100% favorável ás mulheres terem poder de decisão de como será o seu parto. Quer cesária eletiva? ok. Quer um parto humanizado de cócoras em casa?ok.
O importante é a mulher (e o casal) decidir e optar, dentro das possibilidades (obviamente,existem casos em que não há escolha) e não ser uma decisão imposta pelos médicos, hospitais, pelo sistema do plano de saúde no Brasil.

Veja o link com reportagem da revista TPM:
http://revistatpm.uol.com.br/entrevistas/o-renascimento-do-parto.html

Aproveitando, vi  a pouco o novo comercial de dia das mães da loja Renner. Gostei da iniciativa, o comercial está bem feito e é tocante. Pode ser mais um "apelo" para conseguirmos mudar a perspectiva dos partos no Brasil. Infelizmente não encontrei no youtube para disponibilizar o link.



quinta-feira, 18 de abril de 2013

"Um país se faz com homens e livros"

Hoje é dia nacional do livro infantil!

O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília marcaram a história da literatura infantil.

Aproveite e incentive uma criança a ler! O exemplo é a melhor atitude!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Projeto estimula novas casas de parto humanizado em São Paulo

Fiquei feliz com a notícia. Pelo menos, é um começo.
Apesar do meu parto ser uma incógnita (e isso é um dilema para outro post), sou super a favor e acho maravilhoso as mulheres terem o direito de escolher e serem respeitadas. Está mais do que na hora da classe médica (generalizando) ter consciência disso.
É uma pena que são poucos os médicos que lutam pelo parto normal, natural, humanizado.

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2013/04/projeto-que-regulariza-casas-de-parto-em-sp-deve-ser-aprovado-no-proximo-semestre
Cidadania

Projeto estimula novas casas de parto humanizado em São Paulo

Proposta que tramita desde 2009 foi aprovada em primeira votação na Câmara Municipal. Precisa passar por uma segunda análise para então seguir a sanção do prefeito Fernando Haddad
Publicado em 08/04/2013, 12:35
Última atualização às 14:06


São Paulo – O Projeto de Lei (PL) 542, que estabelece as diretrizes para o Programa de Parto Normal em Casas de Parto, tramita há quatro anos na Câmara Municipal. A proposta foi aprovada em primeira votação na semana passada e estabelece condições para realizações de partos humanizados e fora do ambiente hospitalar. Depois da segunda votação, se aprovado, segue para a sanção do prefeito Fernando Haddad.
A vereadora e autora do PL, Juliana Cardoso (PT), explica que a iniciativa visa a regulamentação das casas de parto e incentiva a ampliação e uso destas unidades. “O projeto vem para estimular que as pessoas tenham o entendimento do quanto também podem ter um serviço a mais, acolhedor. Este projeto dá a segurança para que se tenha mais casas na cidade de São Paulo, pelo menos uma em cada região”, disse em entrevista à Rádio Brasil Atual.

Atualmente, existem apenas duas casas de parto em São Paulo. A única unidade pública municipal fica no bairro de Sapopemba, zona leste da capital, criada ainda na gestão de Luiza Erundina, em 1988. Esta foi a primeira casa de parto do país. A outra instituição é a Casa Ângela, na zona sul, vinculada à ONG Monte Azul, que funciona há quase 30 anos com financiamentos internacionais.
De acordo com a sanitarista Deborah Delage, que milita desde 2006 na área, não houve incentivos do poder público municipal nos últimos anos para a questão. “As casas de parto são grandes desconhecidas do grande público, o que se deve ao fato de na última gestão (José Serra/Gilberto Kassab) não se dar a esta estratégia um destaque nas políticas públicas, e no desincentivo às mulheres a procurarem esse tipo de atendimento.”
Débora realiza um estudo no Departamento de Saúde Materno-Infantil na Faculdade de Saúde Pública da USP sobre o conflito de interesses nas escolhas por cesáreas. “Há instituições hospitalares que implantam programas de humanização das práticas, mas sem mudar realmente a prática do trabalho das equipes. Humanizar a prática é colocar a usuária no centro do cuidado.”