Sábado fomos no curso intensivo ( um dia das 8hs as 18hs ) da mart. São Luiz.
Confesso que resolvemos fazer o curso sem grandes expectativas, fiquei na dúvida se seria um bom investimento e se seria necessário. Também estava com receio de ouvir milhares de regras de como tem que agir, etc etc... Mas não foi assim. Foram dicas ótimas, sem imposição de nada, explicaram os dois lados de tudo, para que cada um nós pudesse formar uma opinião.
Não ouvi criticas e nem "faça assim".
Quanto a ser um bom investimento, penso que depende da possibilidade de cada pessoa e não, não acho necessário, mas a-do-ra-mos e recomendo.
Aprendi diversas coisas que nem imaginava, também gostei de conhecer um pouco a equipe do hospital. Todos foram super atenciosos e vai ser bom já ter conhecido alguns quando estiver internada.
Foi ótimo entender todos os passos que vão acontecer quando eu for internada. O pediatra explicou todos os procedimentos que são feitos nos bebês e tudo foi mostrado em vídeos. O curso foi dado por uma obstetriz, especialista em amamentação, maravilhosa. Bem humorada, inteligente e extremamente competente.
Além do aprendizado e de desmistificar muitos itens (afinal todo mundo dá palpite e tem algo para falar quando se refere a maternidade), concretizamos mais o fato que teremos um bebezinho daqui a pouco conosco.
E foi muito bom ter ido com o marido. Afinal, eu estou sempre me informando, lendo, conversando com outras mães etc e acho que o curso aproximou mais ainda essa nova realidade para o casal, não só para mim, como mãe.
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domingo, 23 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
E você, já ouviu falar em doula?
Ultimamente percebi que são pouquíssimas pessoas que sabem o que é e o que faz uma doula.
Muitas gestantes não conhecem e a maioria dos obstetras nem citam no pré-natal.
Eu mesma, antes de frequentar aulas de yoga e de mergulhar nesse universo da maternidade, também nunca tinha ouvido falar.
Segundo o site doulas:
"A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões."
É isso ai. Pessoalmente, ainda não vivenciei o momento do parto, mas acredito muito no apoio de uma doula. Não que a doula possa mudar o processo natural do que vai acontecer, mas apóia, incentiva e conforta a gestante para que essa tenha, apesar da dor, força de vontade e se empodere para conseguir lidar da melhor forma com o momento mágico do parto.
Mais infos:
-www.doulas.com.br
-www.partoativobrasil.com.br
-www.partodoprincipio.com.br
Muitas gestantes não conhecem e a maioria dos obstetras nem citam no pré-natal.
Eu mesma, antes de frequentar aulas de yoga e de mergulhar nesse universo da maternidade, também nunca tinha ouvido falar.
Segundo o site doulas:
"A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões."
É isso ai. Pessoalmente, ainda não vivenciei o momento do parto, mas acredito muito no apoio de uma doula. Não que a doula possa mudar o processo natural do que vai acontecer, mas apóia, incentiva e conforta a gestante para que essa tenha, apesar da dor, força de vontade e se empodere para conseguir lidar da melhor forma com o momento mágico do parto.
Mais infos:
-www.doulas.com.br
-www.partoativobrasil.com.br
-www.partodoprincipio.com.br
domingo, 26 de maio de 2013
Dilema da semana: A escolha da maternidade
Mamães,
Esse era meu dilema atual. Semana passada fomos visitar a maternidade do Hosp. Santa Catarina e essa semana fomos ao São Luiz.
São os dois que meu convênio atende. Pró-Matre estava fora de cogitação, pois queremos que tenha toda a infra de um hospital.
No Santa Catarina, fomos bem atendidos. A visita começou na hora marcada, tudo organizado. Estávamos nós e mais um casal. Primeiro ela deu alguns papéis com infos gerais, como valores, serviços opcionais, lista de enxoval para a maternidade. Também deram folhetos explicativos sobre os tipos de teste do pezinho e sobre coleta de células-tronco. E um cd da Johson com dicas e cuidados para o bebê.
Depois, assistimos um video explicativo sobre a maternidade, aonde muitas das minhas dúvidas foram respondidas. Em seguida, ela abriu para perguntarmos tudo e fomos ver uma acomodação.
No São Luiz, senti que a consultora foi mais atenciosa e entendia mais de todos os assuntos. Muito simpática, paciente, a visita foi mais completa. Estávamos em 5 casais, deram folhetos explicativos com valores e fizemos uma visita pelos apartamentos, alas e berçário.
Segue um quadrinho comparativo com os principais itens que eu tinha dúvidas. As informações foram as respostas dadas no momento da visita, mas é sempre bom verificar todas as informações.
Decidimos pelo São Luiz pelos motivos:
1- minha obstetra costuma atender mais lá;
2- é muito perto do consultório da minha obstetra (ela poderia ir a pé numa emergência);
3- da minha casa a distância é praticamente a mesma entre as maternidades;
4-gostamos mais da infra do São Luiz e do fato de ter um berçário pequeno por andar, ando ficam numero limitados de bebês;
5- tem mais salas no centro cirúrgico e mais apartamentos;
6- tem mais salas para parto humanizado, com banheira e todos os apetrechos necessários;
7- o São Luiz oferece mais serviços durante e pós internação, além de brindes como kit da Johson, malinha para passeio, sling com pezinho do bebê e nome... coisas que não contariam mas que nos encantam.
De qualquer forma, fica registrado que ontem precisei passar pelo P.A. e fomos no Santa pois nos sentimos mais familiriazados (ainda não tinha ido no São Luiz); Fui muito bem atendida, as enfermeiras e medica foram nota 10! Me senti super segura e a vontade se fosse ter o bebê lá!
Esse era meu dilema atual. Semana passada fomos visitar a maternidade do Hosp. Santa Catarina e essa semana fomos ao São Luiz.
São os dois que meu convênio atende. Pró-Matre estava fora de cogitação, pois queremos que tenha toda a infra de um hospital.
No Santa Catarina, fomos bem atendidos. A visita começou na hora marcada, tudo organizado. Estávamos nós e mais um casal. Primeiro ela deu alguns papéis com infos gerais, como valores, serviços opcionais, lista de enxoval para a maternidade. Também deram folhetos explicativos sobre os tipos de teste do pezinho e sobre coleta de células-tronco. E um cd da Johson com dicas e cuidados para o bebê.
Depois, assistimos um video explicativo sobre a maternidade, aonde muitas das minhas dúvidas foram respondidas. Em seguida, ela abriu para perguntarmos tudo e fomos ver uma acomodação.
No São Luiz, senti que a consultora foi mais atenciosa e entendia mais de todos os assuntos. Muito simpática, paciente, a visita foi mais completa. Estávamos em 5 casais, deram folhetos explicativos com valores e fizemos uma visita pelos apartamentos, alas e berçário.
Segue um quadrinho comparativo com os principais itens que eu tinha dúvidas. As informações foram as respostas dadas no momento da visita, mas é sempre bom verificar todas as informações.
Decidimos pelo São Luiz pelos motivos:
1- minha obstetra costuma atender mais lá;
2- é muito perto do consultório da minha obstetra (ela poderia ir a pé numa emergência);
3- da minha casa a distância é praticamente a mesma entre as maternidades;
4-gostamos mais da infra do São Luiz e do fato de ter um berçário pequeno por andar, ando ficam numero limitados de bebês;
5- tem mais salas no centro cirúrgico e mais apartamentos;
6- tem mais salas para parto humanizado, com banheira e todos os apetrechos necessários;
7- o São Luiz oferece mais serviços durante e pós internação, além de brindes como kit da Johson, malinha para passeio, sling com pezinho do bebê e nome... coisas que não contariam mas que nos encantam.
De qualquer forma, fica registrado que ontem precisei passar pelo P.A. e fomos no Santa pois nos sentimos mais familiriazados (ainda não tinha ido no São Luiz); Fui muito bem atendida, as enfermeiras e medica foram nota 10! Me senti super segura e a vontade se fosse ter o bebê lá!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Devaneios de uma grávida VI: o famoso e batido assunto do parto, mas que para mim é novidade
Ok, sei que ando um tanto quanto obsecada pelo assunto "parto normal". Que só penso nisso, só leio sobre isso e tenho pesquisado bastante.
Não sei de onde vem essa minha vontade...um dos fatos é que acho lindo e mágico esse momento, o outro é que tenho pavor de cirurgias (mas, quando precisar vou colocar silicone, fazer um mini lipo...rá-rá). Minha mãe teve parto cesárea e nunca me incentivou nem desincentivou a ter o normal. Meu marido confia 100% na obstetra e acha que tem que ser o que for melhor para mim e para o bebê. Concordo. Mas ele apoia o que eu decidir, desde que não gere mais gastos e tem receio da dor que vou sentir.
E eu? Eu, tenho medo, muito medo... mas também não sei do que. Não das dores, acho que sou forte e vou conseguir aguentar com apoio de pessoas queridas e que me estimulem positivamente. Tenho medo dos mitos que ouvimos, do bebê nascer com ombro quebrado, etc.
Pretendo ter anegelsia, mas não quero um parto normal repleto de intervenções. Não quero fazer uso prolongado da ocitocina, nem fórceps e etc. Talvez episio se for realmente necessário.
As vezes sinto que meu primeiro parto não vai exatamente como desejo, por medo. Medo do desconhecido, medo de não ter apoio suficiente da equipe médica (apesar de confiar e conversar bastante com a obstetra sobre minhas vontades), medo da equipe médica despreparada dos hospitais, medo, medo e mais medo! Será medo a palavra certa a ser usada?
Talvez seja o fato de saber que não posso controlar o que vai acontecer.
Fico fantasiando o seguinte: que entre 39 e 40 semanas irei a uma consulta de rotina, onde descobriremos que estou com uns 3 cm de dilatação.... com contrações espaçadas e apenas incômodas.
Minha médica vai mandar eu ir para casa, descansar, arrumar tudo, comer bem, tomar um bom banho de banheira e controlar o desenvolvimento das contrações.
Em algumas horas, as contrações ficarão mais fortes e reguladas (mas suportáveis, conseguirei meditar e respirar me mantendo serena e calma para o tão esperado momento). Ligaremos para ela que nos mandará para a maternidade verificar.
Chegarei lá com 6cm a 7cm, direto para sala de parto. Onde, talvez, aceite a indução já que falta pouco e a anestesia. Em pouco tempo meu filho faz a passagem num parto com muito amor aonde eu participei quase que ativamente.
Depois, na minha segunda gestação (sabe-se lá quando), acho que vou ter coragem para fazer o parto natural.
Rá-rá-rá. Tô ficando louca mesmo! Tenho que parar com essa mania de querer saber o que vai acontecer e como vai acontecer. Preciso aprender a esperar o tempo de cada coisa.
Já dizia o ditado que a ignorância pode ser sábia. Vejo mulheres passarem imunes pela gestação, pelo menos aparetemente. Não se importam como vai ser o parto, nem sabem como é o procedimento, não sentem grandes mudanças, etc. São mais conformadas, tudo é como tem que ser. Por um lado é bom, não é?
Pelo menos, estou realmente disposta a ter a companhia de uma doula durante todo o processo (vontade que sempre tive, mas ainda não fui atrás por falta de incentivo).
Enfim, devaneios e desabafos a parte, segue um link muito interessante do blog tudosobreminhamae onde a Camila conta como é o parto na Alemanha.
http://tudosobreminhamae.com/blog/2013/3/25/bom-dia-meu-nome-dra-x-e-sou-quem-ir-fazer-sua-cesrea
![]() |
| imagem google |
Não sei de onde vem essa minha vontade...um dos fatos é que acho lindo e mágico esse momento, o outro é que tenho pavor de cirurgias (mas, quando precisar vou colocar silicone, fazer um mini lipo...rá-rá). Minha mãe teve parto cesárea e nunca me incentivou nem desincentivou a ter o normal. Meu marido confia 100% na obstetra e acha que tem que ser o que for melhor para mim e para o bebê. Concordo. Mas ele apoia o que eu decidir, desde que não gere mais gastos e tem receio da dor que vou sentir.
E eu? Eu, tenho medo, muito medo... mas também não sei do que. Não das dores, acho que sou forte e vou conseguir aguentar com apoio de pessoas queridas e que me estimulem positivamente. Tenho medo dos mitos que ouvimos, do bebê nascer com ombro quebrado, etc.
Pretendo ter anegelsia, mas não quero um parto normal repleto de intervenções. Não quero fazer uso prolongado da ocitocina, nem fórceps e etc. Talvez episio se for realmente necessário.
As vezes sinto que meu primeiro parto não vai exatamente como desejo, por medo. Medo do desconhecido, medo de não ter apoio suficiente da equipe médica (apesar de confiar e conversar bastante com a obstetra sobre minhas vontades), medo da equipe médica despreparada dos hospitais, medo, medo e mais medo! Será medo a palavra certa a ser usada?
Talvez seja o fato de saber que não posso controlar o que vai acontecer.
Fico fantasiando o seguinte: que entre 39 e 40 semanas irei a uma consulta de rotina, onde descobriremos que estou com uns 3 cm de dilatação.... com contrações espaçadas e apenas incômodas.
Minha médica vai mandar eu ir para casa, descansar, arrumar tudo, comer bem, tomar um bom banho de banheira e controlar o desenvolvimento das contrações.
Em algumas horas, as contrações ficarão mais fortes e reguladas (mas suportáveis, conseguirei meditar e respirar me mantendo serena e calma para o tão esperado momento). Ligaremos para ela que nos mandará para a maternidade verificar.
Chegarei lá com 6cm a 7cm, direto para sala de parto. Onde, talvez, aceite a indução já que falta pouco e a anestesia. Em pouco tempo meu filho faz a passagem num parto com muito amor aonde eu participei quase que ativamente.
Depois, na minha segunda gestação (sabe-se lá quando), acho que vou ter coragem para fazer o parto natural.
Rá-rá-rá. Tô ficando louca mesmo! Tenho que parar com essa mania de querer saber o que vai acontecer e como vai acontecer. Preciso aprender a esperar o tempo de cada coisa.
Já dizia o ditado que a ignorância pode ser sábia. Vejo mulheres passarem imunes pela gestação, pelo menos aparetemente. Não se importam como vai ser o parto, nem sabem como é o procedimento, não sentem grandes mudanças, etc. São mais conformadas, tudo é como tem que ser. Por um lado é bom, não é?
Pelo menos, estou realmente disposta a ter a companhia de uma doula durante todo o processo (vontade que sempre tive, mas ainda não fui atrás por falta de incentivo).
Enfim, devaneios e desabafos a parte, segue um link muito interessante do blog tudosobreminhamae onde a Camila conta como é o parto na Alemanha.
http://tudosobreminhamae.com/blog/2013/3/25/bom-dia-meu-nome-dra-x-e-sou-quem-ir-fazer-sua-cesrea
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Devaneios de uma grávida III: surto psicótico ou gravidez? como contei, a boa nova, para o marido
O blog é para mim um espaço para organizar e arquivar minhas vivências e emoções. Então, resolvi postar como foi que engravidei..... Ops, isso vocês já deveriam saber! Bom, antes mesmo da menstruação atrasar eu já sabia que estava grávida, e é essa historinha que conto a seguir.
Dezembro de 2012, quase férias, várias festinhas de final de ano, um mês relax... eu havia tirado com DIU com consentimento do meu marido, afinal o assunto gravidez era um tema presente em nossas conversas. Mas não tinha pressa e não gostaríamos de chegar naquele momento de desespero e ansiedade absurda por um filho. Não queríamos transar com data e hora marcada, então deixamos rolar....
Eu queria muito engravidar, o quanto antes. Não por achar que estava na idade ideal, ou por ser a hora, ou por ver as amigas, etc...não sei explicar. Uma vontade muito grande, interna mesmo, será que era o tal relógio biológico? Já vivenciava a maternidade muito antes de começar a tentar. Lia blogs, lia relatos de parto, tirava dúvidas com as amigas mães.
Meados de Dezembro. Meu marido "deixando rolar" e eu, na intenção. Apressadinha que sou, comecei a pesquisar na internet quais eram os sintomas da fecundação, sintomas da concepção e assim por diante. E não é que eu tinha todos! Ou foi um surto psicótico ou eu estava, de fato, muito conectada com meu "eu interior". Pois são sintomas sutis, praticamente imperceptiveis.
Divagações a parte, serei mais objetiva na história.
Dia 19/12/12, quarta-feira (dias antes das férias de final de ano), lá fui eu para mais uma sessão de terapia (claro que a gravidez também era assunto recorrente). Eu tinha a certeza absoluta que estava grávida mas ainda faltavam 10dias para a data prevista da menstruação. Iríamos para praia na sexta-feira por uns 15 dias. Férias merecidas, eu estava num ritmo louco de trabalho.
E, advinha, as férias estavam atrapalhando tudo! Meu dilema era como eu ia curtir (leia-se, beber, correr, andar de bicicleta, etc) ? E se eu realmente estivesse grávida? Não queria fazer nada de "errado". Por outro lado, e se não passasse de um surto psicótico? Eu deixaria de aproveitar as férias e ainda ficaria extremamente frustada quando a menstruação viesse.
O caso devia estar sério, minha psicanalista já me preparando.... "olha, tem casais que demoram mais de um ano para engravidar, é super normal","você quer tanto engravidar que está sugestionando os sintomas, seria melhor parar de ler sobre isso, deixar de fato rolar","ta bom, ta bom, estou vendo que essa ansiedade não vai passar assim.... o que acha de fazer um exame de sangue antes de viajar?"
Sorriso de orelha a orelha. Era uma ótima idéia, já que ela, como médica, poderia me receitar.
Outra angústia tomou conta de mim, será que eu queria mesmo saber se estava ou não? E se não, teria que esperar mais um longo mês... ai ai ai.
Mesmo assim, resolvi pegar o atestado e decidir depois se faria ou não o exame.
Abre aspas, até então meu marido não sabia de nada. Não quis contar para ele dos meus sintomas. Acho que ele iria se sentir pressionado e preocupado, pois sabia provavelmente eu não estaria grávida e viram longos meses de ansiedade pela frente, tudo que ele não queria.
Dia 20/12. Resolvi acordar bem cedo e ir fazer o exame, em segredo, antes de trabalhar. Consegui seguir com meu dia, obra, escritório, casa..sem pensar no assunto!
Dia 21/12. Último dia de trabalho do ano, a viagem marcada para depois do almoço.
Tinha um b.o. (termos de peão) em um obra. Marquei com o pedreiro as 8hs para dar tempo de fazer tudo pela manhã.
8h15m, nada dele. 8h30m, nada dele. 8h45m e eu ainda sentada no banco do prédio esperando. Celular, só na caixa... pensei que ele já estivesse tomando umas e outras. Mesmo assim, resolvi que esperaria até as 9hs.
Enquanto isso, não é que acho o protocolo do exame?O resultado iria sair por volta do 12hs. Mas já que estava sem fazer nada, resolvi olhar pelo celular mesmo. Tchan tchan tchan, resultado já estava disponível. Com as mães tremendo, cliquei. HCG 24.
E o que isso significa? Abaixo de 1, negativo. Acima de 25, positivo. E 24??? é o que? Ligeiramente grávida?
Pedreiro chegou e eu muito nervosa. Subimos para resolver o b.o.
Entre uma furadeira e outra, rezando para não pegar um cano, quebrar um azulejo, etc, tentava ligar para minha G.O. que já estava viajando. Então, mandei uma mens. para psicanalista, afinal ela é médica, mãe e devia saber o que o 24 significava.
Alguns minutos se passaram, talvez mais de meia hora e meu telefone toca! Era ela.... "Andrea, Parabéns! Pelo visto, você tinha razão."
Eu estava ligeiramente grávida! Eu sabia, eu sabia! Depois ela me explicou que o óvulo foi fecundado, mas que podia não vingar. Parece que isso acontece, e tem mulheres que nem ficam sabendo, pois acabam menstruando depois de um tempo. O ideal seria refazer o exame dentro de alguns dias para ver se a taxa do HCG aumentará.
E agora, conto ou não conto para o meu marido? Ele precisava saber! Sempre imaginei que quando engravidasse, minha menstruação atrasaria alguns dias, nós desconfiaríamos e então, teste de farmácia. Mas, resolvi sentir tudo que tinha direito antes do tempo.
Então, sai da obra, parei numa loja de bebê e comprei um babador. Parei numa papelaria e comprei uma caixa. Depois fui para o escritório, escrevi um cartão, coloquei o resultado do exame junto.
Cheguei em casa logo após hora do almoço. Meu marido estava sonolento no sofá, me esperando.
Entreguei a tal caixa, sem nada escrito.
Ele abriu a caixa, leu o cartão, viu o babador e nada! Simples assim, nada! Não entendeu!
Alguns minutos depois: "o que é isso?"
eu: "um babador"
ele: "para que?"
eu: "para o bebê usar"
ele: "que bebê?" (minha cunhada estava grávida e ele pensou que fosse uma lembrançinha para ela)
eu: "você leu o cartão?"
Mais minutos se passaram.... ele leu novamente o cartão.
ele: "como assim, você tá grávida?como isso aconteceu?" (preciso explicar?)
eu: "ligeiramente grávida".
Mistos de emoções....primeiro ficou irritado, pois fiz o exame sem contar e desconfiava sem contar.
Depois, enxurrada de lágrimas.
Resumindo, fomos para praia e levamos um teste de farmácia. No dia previsto para menstruação, fizemos o teste e deu positivo. Não contamos para ninguém pois queríamos aguardar os 3 primeiros meses.
Dezembro de 2012, quase férias, várias festinhas de final de ano, um mês relax... eu havia tirado com DIU com consentimento do meu marido, afinal o assunto gravidez era um tema presente em nossas conversas. Mas não tinha pressa e não gostaríamos de chegar naquele momento de desespero e ansiedade absurda por um filho. Não queríamos transar com data e hora marcada, então deixamos rolar....
Eu queria muito engravidar, o quanto antes. Não por achar que estava na idade ideal, ou por ser a hora, ou por ver as amigas, etc...não sei explicar. Uma vontade muito grande, interna mesmo, será que era o tal relógio biológico? Já vivenciava a maternidade muito antes de começar a tentar. Lia blogs, lia relatos de parto, tirava dúvidas com as amigas mães.
Meados de Dezembro. Meu marido "deixando rolar" e eu, na intenção. Apressadinha que sou, comecei a pesquisar na internet quais eram os sintomas da fecundação, sintomas da concepção e assim por diante. E não é que eu tinha todos! Ou foi um surto psicótico ou eu estava, de fato, muito conectada com meu "eu interior". Pois são sintomas sutis, praticamente imperceptiveis.
Divagações a parte, serei mais objetiva na história.
Dia 19/12/12, quarta-feira (dias antes das férias de final de ano), lá fui eu para mais uma sessão de terapia (claro que a gravidez também era assunto recorrente). Eu tinha a certeza absoluta que estava grávida mas ainda faltavam 10dias para a data prevista da menstruação. Iríamos para praia na sexta-feira por uns 15 dias. Férias merecidas, eu estava num ritmo louco de trabalho.
E, advinha, as férias estavam atrapalhando tudo! Meu dilema era como eu ia curtir (leia-se, beber, correr, andar de bicicleta, etc) ? E se eu realmente estivesse grávida? Não queria fazer nada de "errado". Por outro lado, e se não passasse de um surto psicótico? Eu deixaria de aproveitar as férias e ainda ficaria extremamente frustada quando a menstruação viesse.
O caso devia estar sério, minha psicanalista já me preparando.... "olha, tem casais que demoram mais de um ano para engravidar, é super normal","você quer tanto engravidar que está sugestionando os sintomas, seria melhor parar de ler sobre isso, deixar de fato rolar","ta bom, ta bom, estou vendo que essa ansiedade não vai passar assim.... o que acha de fazer um exame de sangue antes de viajar?"
Sorriso de orelha a orelha. Era uma ótima idéia, já que ela, como médica, poderia me receitar.
Outra angústia tomou conta de mim, será que eu queria mesmo saber se estava ou não? E se não, teria que esperar mais um longo mês... ai ai ai.
Mesmo assim, resolvi pegar o atestado e decidir depois se faria ou não o exame.
Abre aspas, até então meu marido não sabia de nada. Não quis contar para ele dos meus sintomas. Acho que ele iria se sentir pressionado e preocupado, pois sabia provavelmente eu não estaria grávida e viram longos meses de ansiedade pela frente, tudo que ele não queria.
Dia 20/12. Resolvi acordar bem cedo e ir fazer o exame, em segredo, antes de trabalhar. Consegui seguir com meu dia, obra, escritório, casa..sem pensar no assunto!
Dia 21/12. Último dia de trabalho do ano, a viagem marcada para depois do almoço.
Tinha um b.o. (termos de peão) em um obra. Marquei com o pedreiro as 8hs para dar tempo de fazer tudo pela manhã.
8h15m, nada dele. 8h30m, nada dele. 8h45m e eu ainda sentada no banco do prédio esperando. Celular, só na caixa... pensei que ele já estivesse tomando umas e outras. Mesmo assim, resolvi que esperaria até as 9hs.
Enquanto isso, não é que acho o protocolo do exame?O resultado iria sair por volta do 12hs. Mas já que estava sem fazer nada, resolvi olhar pelo celular mesmo. Tchan tchan tchan, resultado já estava disponível. Com as mães tremendo, cliquei. HCG 24.
E o que isso significa? Abaixo de 1, negativo. Acima de 25, positivo. E 24??? é o que? Ligeiramente grávida?
Pedreiro chegou e eu muito nervosa. Subimos para resolver o b.o.
Entre uma furadeira e outra, rezando para não pegar um cano, quebrar um azulejo, etc, tentava ligar para minha G.O. que já estava viajando. Então, mandei uma mens. para psicanalista, afinal ela é médica, mãe e devia saber o que o 24 significava.
Alguns minutos se passaram, talvez mais de meia hora e meu telefone toca! Era ela.... "Andrea, Parabéns! Pelo visto, você tinha razão."
Eu estava ligeiramente grávida! Eu sabia, eu sabia! Depois ela me explicou que o óvulo foi fecundado, mas que podia não vingar. Parece que isso acontece, e tem mulheres que nem ficam sabendo, pois acabam menstruando depois de um tempo. O ideal seria refazer o exame dentro de alguns dias para ver se a taxa do HCG aumentará.
E agora, conto ou não conto para o meu marido? Ele precisava saber! Sempre imaginei que quando engravidasse, minha menstruação atrasaria alguns dias, nós desconfiaríamos e então, teste de farmácia. Mas, resolvi sentir tudo que tinha direito antes do tempo.
Então, sai da obra, parei numa loja de bebê e comprei um babador. Parei numa papelaria e comprei uma caixa. Depois fui para o escritório, escrevi um cartão, coloquei o resultado do exame junto.
Cheguei em casa logo após hora do almoço. Meu marido estava sonolento no sofá, me esperando.
Entreguei a tal caixa, sem nada escrito.
Ele abriu a caixa, leu o cartão, viu o babador e nada! Simples assim, nada! Não entendeu!
| fofo, né? imagina o susto da pessoa!! |
eu: "um babador"
ele: "para que?"
eu: "para o bebê usar"
ele: "que bebê?" (minha cunhada estava grávida e ele pensou que fosse uma lembrançinha para ela)
eu: "você leu o cartão?"
Mais minutos se passaram.... ele leu novamente o cartão.
ele: "como assim, você tá grávida?como isso aconteceu?" (preciso explicar?)
eu: "ligeiramente grávida".
Mistos de emoções....primeiro ficou irritado, pois fiz o exame sem contar e desconfiava sem contar.
Depois, enxurrada de lágrimas.
Resumindo, fomos para praia e levamos um teste de farmácia. No dia previsto para menstruação, fizemos o teste e deu positivo. Não contamos para ninguém pois queríamos aguardar os 3 primeiros meses.
Quando chegamos fizemos um jantar de começo de ano e contamos a novidade para pais/mães e irmãos. E desde então, só alegrias!
Como embrulhar o bebê na mantinha
Para se sentir seguro e acolhido, o recém-nascido precisa e gosta de ficar enroladinho, como se ainda estivesse no útero. Faz sentido.
Ele ficou meses apertadinho, todo dobradinho como uma bolinha e de repente está "solto" num berço, para ele, enorme.
Isso pode ser uma dica se o seu filhote estiver chorando e você não sabe o que é... com certeza, vai acalmá-lo. Outra dica é colocar o som que eles ouviam no útero.... (minha cunhada testou e deu certo!)... procure no youtube "som do útero" e coloque para o bebê ouvir, parece o barulho de um secador.
terça-feira, 14 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Revista Tpm#131 Maio
Geeente, vocês já lerem a TPM de Maio?
Está sensacional! Sou fã da revista, e este mês, o assunto é o grande dilema das mulheres e mães contempôraneas! Trabalho e carreira x maternidade. Feminismo x voltar a ser dona de casa. A mulher "Amélia". Isso ainda existe?
"A nova mulher prendada. É possível ser dona de casa e independente?"
"E quando a mulher que acredita nos valores feministas decide parar tudo para escolher ser dona de casa?" TPM#131
Parece que foi escrita para mim...rs! Quero ser independente, cuidar dos filhos, um pouco da casa e trabalhar...de preferência meio-período e com muita preferência fazendo o que gosto. Rá! Tá fácil, né? Mas sei que vou achar a fórmula.
Pelo que li na revista, me encaixo em uma das descrições. São as mulheres com 30 anos ou um pouco mais, que já trabalharam bastante na área em se formaram e estão insatisfeitas. Com a maternidade e a decisão do casal, decidem diminuir o ritmo ou em muitos casos mudar de profissão. A maioria começa a empreender e a boa notícia é que dá certo!
É bom que não tenho me sentindo tão só.... depois que começei a navegar na blogosfera materna, vi que são muitas as mulheres que passam por isso. E digo, como somos corajosas! Seria mais fácil continuar acomodada, trabalhando 10hs por dia, ganhando um dinheirinho e reclamando.
Também adorei a reportagem com os maridos que ajudam e muito nos cuidados com a casa e com os filhos. O meu se encaixa nesse perfil - se pudesse até amamentava e reconhece o importante papel da mulher de ser mãe...Que sorte a minha, hein?
Vai lá: Nas bancas e no site - http://revistatpm.uol.com.br/
Está sensacional! Sou fã da revista, e este mês, o assunto é o grande dilema das mulheres e mães contempôraneas! Trabalho e carreira x maternidade. Feminismo x voltar a ser dona de casa. A mulher "Amélia". Isso ainda existe?
"A nova mulher prendada. É possível ser dona de casa e independente?"
"E quando a mulher que acredita nos valores feministas decide parar tudo para escolher ser dona de casa?" TPM#131
Parece que foi escrita para mim...rs! Quero ser independente, cuidar dos filhos, um pouco da casa e trabalhar...de preferência meio-período e com muita preferência fazendo o que gosto. Rá! Tá fácil, né? Mas sei que vou achar a fórmula.
Pelo que li na revista, me encaixo em uma das descrições. São as mulheres com 30 anos ou um pouco mais, que já trabalharam bastante na área em se formaram e estão insatisfeitas. Com a maternidade e a decisão do casal, decidem diminuir o ritmo ou em muitos casos mudar de profissão. A maioria começa a empreender e a boa notícia é que dá certo!
É bom que não tenho me sentindo tão só.... depois que começei a navegar na blogosfera materna, vi que são muitas as mulheres que passam por isso. E digo, como somos corajosas! Seria mais fácil continuar acomodada, trabalhando 10hs por dia, ganhando um dinheirinho e reclamando.
Também adorei a reportagem com os maridos que ajudam e muito nos cuidados com a casa e com os filhos. O meu se encaixa nesse perfil - se pudesse até amamentava e reconhece o importante papel da mulher de ser mãe...Que sorte a minha, hein?
Vai lá: Nas bancas e no site - http://revistatpm.uol.com.br/
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Sem mais!
Não me lembro de onde "peguei" essa imagem. Sei que faz tempo, muito tempo. Nem pensava em engravidar. Na verdade, tinha acabado de conhecer meu marido. E me apaixonei pelo que estava escrito, pela delicadeza, sutilidade! Não é lindo? Não diz tudo e mais um pouco? Nunca imaginei que um dia a usaria para ser "logo/tema" de um blog... E hoje, compartilho dessa imagem com toda emoção e sentimento que sinto nesse momento tão especial da minha vida. Até agora, sem dúvida, o MELHOR momento da minha vida. Bjinhos
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Agora é fazer barulho para que a lei seja aprovada!!
Via: www.vilamamifera.com
Hospitais da Rede Pública e Privada DEVEM aceitar Doulas. Vamos fazer Barulho para que essa lei seja aprovada. Esse é o fruto das nossas marchas e do ativismo real e virtual. Parabéns para todas as ativistas.
Projeto de Lei n.250, publica...do no Diário Oficial do Estado de SP em 1/05/2013.
Agora é fazer barulho para que a lei seja aprovada!!
PROJETO DE LEI Nº 250, DE 2013
Dispõe que maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de São Paulo ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho
de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECRETA:
Artigo 1º - Maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do
Estado de São Paulo ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
§ 1º - Para os efeitos desta lei e em conformidade com a
qualificação da CBO (Classificação Brasileira de Ocupações),
código 3221-35, doulas são acompanhantes de parto escolhidas livremente pelas gestantes e parturientes, que “visam prestar suporte contínuo à gestante no ciclo gravídico puerperal, favorecendo a evolução do parto e bem-estar da gestante”, com certificação ocupacional em curso para essa finalidade.
§ 2º - A presença das doulas não se confunde com a
presença do acompanhante instituído pela Lei Federal
11.108/2005.
§ 3º - Os serviços privados de assistência prestados pelas
doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e
pós-parto imediato, bem como despesas com paramentação, não acarretarão qualquer custos adicionais à parturiente.
Artigo 2º - As doulas, para o regular exercício da profissão,
estão autorizadas a entrar nas maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de São Paulo, com seus respectivos instrumentos de trabalho, condizentes com as normas de segurança e ambiente hospitalar.
Parágrafo único - Entende-se como instrumentos de trabalho das doulas:
I - bolas de fisioterapia;
II - massageadores;
III - bolsa de água quente;
IV - óleos para massagens;
V - banqueta auxiliar para parto;
VI - Demais materiais considerados indispensáveis na
assistência do período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
Artigo 3º - Fica vedada às doulas a realização de procedimentos médicos ou clínicos, como aferir pressão, avaliação da progressão do trabalho de parto, monitoração de batimentos cardíacos fetais, administração de medicamentos, entre outros,
mesmo que estejam legalmente aptas a fazê-los.
Artigo 4º - O não cumprimento da obrigatoriedade institu-
ída no “caput” do artigo 1º sujeitará os infratores às seguintes
penalidades:
I - advertência, na primeira ocorrência;
II - se estabelecimento privado, multa de 100 UFESP na
próxima, dobrada em cada outra reincidência, até o limite de
2.000 UFESP;
III - se órgão público, o afastamento do dirigente e aplica-
ção das penalidades previstas na legislação.
Parágrafo único - Competirá ao órgão gestor da saúde
da localidade em que estiver situado o estabelecimento a
aplicação das penalidades de que trata este artigo, conforme
estabelecer a legislação própria, a qual disporá, ainda, sobre a aplicação dos recursos dela decorrentes.
Artigo 5º - Os sindicatos, associações, órgãos de classe dos
médicos, enfermeiros e entidades similares de serviços de saúde do Estado de São Paulo deverão adotar, de imediato, as providências necessárias ao cumprimento da presente lei.
Artigo 6º - O Poder Executivo regulamentará esta lei, no
que couber, no prazo de 60 (sessenta) dias após sua publicação.
Artigo 7º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICATIVA
Este projeto de lei demanda que maternidades, casas de
parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede
pública e privada do Estado de São Paulo ficam obrigados a
permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
Desde os primórdios da humanidade foi se acumulando
um conhecimento empírico, fruto da experiência de milhares de mulheres auxiliando outras mulheres na hora do nascimento de seus filhos. O nascimento humano era marcado pela presença experiente das mulheres da família: irmãs mais velhas, tias, mães, avós.
Atualmente, os partos acontecem em ambiente hospitalar
e rodeado por especialistas: o médico obstetra, a enfermeira, o anestesista, o pediatra... cada qual com sua especialidade e preocupação técnica pertinente. Cada vez maior, a hospitalização do parto deixou as nossas mulheres desenraizadas e isoladas, sem nenhum apoio psico-social.
A figura da doula surge justamente para preencher esta
lacuna, suprindo a demanda de emoção e afeto neste momento de intensa importância e vulnerabilidade. É o resgate de uma prática existente antes da institucionalização e medicalização da assistência ao parto.
A palavra doula vem do grego e significa “mulher que
serve”. São mulheres capacitadas para brindar apoio continuado a outras mulheres, (e aos seus companheiros e/ou outros familiares) proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos.
A organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da
Saúde de vários países entre eles o Brasil (portaria 28 de maio de 2003) reconhecem e incentivam a presença da doula. Tem se demonstrado que o parto evolui com maior tranqüilidade, rapidez e com menos dor e complicações tanto maternas como
fetais. Torna-se uma experiência gratificante, fortalecedora e favorecedora da vinculação mãe-bebê. As vantagens também ocorrem para o Sistema de Saúde, que além de oferecer um serviço de maior qualidade, tem uma significativa redução nos custos dada a diminuição das intervenções médicas e do tempo
de internação das mães e dos bebês.
"O apoio físico e empático contínuo oferecido por uma
única pessoa durante o trabalho de parto traz muitos benefícios, incluindo um trabalho de parto mais curto, um volume significativamente menor de medicações e analgesia epidural, menos escores de Apgar abaixo de 7 e menos partos operatórios." (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. OMS. Maternidade segura. Assistência ao parto normal: um guia prático. Genebra: OMS, 1996)
Em face de sua relevância, esperamos contar com o
imprescindível apoio das Senhoras Deputadas e Senhores Deputados para a aprovação do presente projeto de lei.
Sala das Sessões, em 24-4-2013
a) Leci Brandão - PC do B
Projeto de Lei n.250, publica...do no Diário Oficial do Estado de SP em 1/05/2013.
Agora é fazer barulho para que a lei seja aprovada!!
PROJETO DE LEI Nº 250, DE 2013
Dispõe que maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de São Paulo ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho
de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO
DECRETA:
Artigo 1º - Maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do
Estado de São Paulo ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
§ 1º - Para os efeitos desta lei e em conformidade com a
qualificação da CBO (Classificação Brasileira de Ocupações),
código 3221-35, doulas são acompanhantes de parto escolhidas livremente pelas gestantes e parturientes, que “visam prestar suporte contínuo à gestante no ciclo gravídico puerperal, favorecendo a evolução do parto e bem-estar da gestante”, com certificação ocupacional em curso para essa finalidade.
§ 2º - A presença das doulas não se confunde com a
presença do acompanhante instituído pela Lei Federal
11.108/2005.
§ 3º - Os serviços privados de assistência prestados pelas
doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e
pós-parto imediato, bem como despesas com paramentação, não acarretarão qualquer custos adicionais à parturiente.
Artigo 2º - As doulas, para o regular exercício da profissão,
estão autorizadas a entrar nas maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada do Estado de São Paulo, com seus respectivos instrumentos de trabalho, condizentes com as normas de segurança e ambiente hospitalar.
Parágrafo único - Entende-se como instrumentos de trabalho das doulas:
I - bolas de fisioterapia;
II - massageadores;
III - bolsa de água quente;
IV - óleos para massagens;
V - banqueta auxiliar para parto;
VI - Demais materiais considerados indispensáveis na
assistência do período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato.
Artigo 3º - Fica vedada às doulas a realização de procedimentos médicos ou clínicos, como aferir pressão, avaliação da progressão do trabalho de parto, monitoração de batimentos cardíacos fetais, administração de medicamentos, entre outros,
mesmo que estejam legalmente aptas a fazê-los.
Artigo 4º - O não cumprimento da obrigatoriedade institu-
ída no “caput” do artigo 1º sujeitará os infratores às seguintes
penalidades:
I - advertência, na primeira ocorrência;
II - se estabelecimento privado, multa de 100 UFESP na
próxima, dobrada em cada outra reincidência, até o limite de
2.000 UFESP;
III - se órgão público, o afastamento do dirigente e aplica-
ção das penalidades previstas na legislação.
Parágrafo único - Competirá ao órgão gestor da saúde
da localidade em que estiver situado o estabelecimento a
aplicação das penalidades de que trata este artigo, conforme
estabelecer a legislação própria, a qual disporá, ainda, sobre a aplicação dos recursos dela decorrentes.
Artigo 5º - Os sindicatos, associações, órgãos de classe dos
médicos, enfermeiros e entidades similares de serviços de saúde do Estado de São Paulo deverão adotar, de imediato, as providências necessárias ao cumprimento da presente lei.
Artigo 6º - O Poder Executivo regulamentará esta lei, no
que couber, no prazo de 60 (sessenta) dias após sua publicação.
Artigo 7º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICATIVA
Este projeto de lei demanda que maternidades, casas de
parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede
pública e privada do Estado de São Paulo ficam obrigados a
permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente.
Desde os primórdios da humanidade foi se acumulando
um conhecimento empírico, fruto da experiência de milhares de mulheres auxiliando outras mulheres na hora do nascimento de seus filhos. O nascimento humano era marcado pela presença experiente das mulheres da família: irmãs mais velhas, tias, mães, avós.
Atualmente, os partos acontecem em ambiente hospitalar
e rodeado por especialistas: o médico obstetra, a enfermeira, o anestesista, o pediatra... cada qual com sua especialidade e preocupação técnica pertinente. Cada vez maior, a hospitalização do parto deixou as nossas mulheres desenraizadas e isoladas, sem nenhum apoio psico-social.
A figura da doula surge justamente para preencher esta
lacuna, suprindo a demanda de emoção e afeto neste momento de intensa importância e vulnerabilidade. É o resgate de uma prática existente antes da institucionalização e medicalização da assistência ao parto.
A palavra doula vem do grego e significa “mulher que
serve”. São mulheres capacitadas para brindar apoio continuado a outras mulheres, (e aos seus companheiros e/ou outros familiares) proporcionando conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo antes, durante e após o nascimento de seus filhos.
A organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da
Saúde de vários países entre eles o Brasil (portaria 28 de maio de 2003) reconhecem e incentivam a presença da doula. Tem se demonstrado que o parto evolui com maior tranqüilidade, rapidez e com menos dor e complicações tanto maternas como
fetais. Torna-se uma experiência gratificante, fortalecedora e favorecedora da vinculação mãe-bebê. As vantagens também ocorrem para o Sistema de Saúde, que além de oferecer um serviço de maior qualidade, tem uma significativa redução nos custos dada a diminuição das intervenções médicas e do tempo
de internação das mães e dos bebês.
"O apoio físico e empático contínuo oferecido por uma
única pessoa durante o trabalho de parto traz muitos benefícios, incluindo um trabalho de parto mais curto, um volume significativamente menor de medicações e analgesia epidural, menos escores de Apgar abaixo de 7 e menos partos operatórios." (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. OMS. Maternidade segura. Assistência ao parto normal: um guia prático. Genebra: OMS, 1996)
Em face de sua relevância, esperamos contar com o
imprescindível apoio das Senhoras Deputadas e Senhores Deputados para a aprovação do presente projeto de lei.
Sala das Sessões, em 24-4-2013
a) Leci Brandão - PC do B
quarta-feira, 24 de abril de 2013
O Renascimento do Parto
"Se a mulher quiser um parto normal ela precisa lutar ferrenhamente contra o sistema e praticamente se formar em Obstetrícia para conseguirem desviar de tantos mitos que envolvem o assunto", Érica de Paula - idealizadora do filme "O Renascimento do Parto", que questiona a realidade obstétrica no Brasil.
Como já falei antes aqui no blog, sou 100% favorável ás mulheres terem poder de decisão de como será o seu parto. Quer cesária eletiva? ok. Quer um parto humanizado de cócoras em casa?ok.
O importante é a mulher (e o casal) decidir e optar, dentro das possibilidades (obviamente,existem casos em que não há escolha) e não ser uma decisão imposta pelos médicos, hospitais, pelo sistema do plano de saúde no Brasil.
Veja o link com reportagem da revista TPM:
http://revistatpm.uol.com.br/entrevistas/o-renascimento-do-parto.html
Aproveitando, vi a pouco o novo comercial de dia das mães da loja Renner. Gostei da iniciativa, o comercial está bem feito e é tocante. Pode ser mais um "apelo" para conseguirmos mudar a perspectiva dos partos no Brasil. Infelizmente não encontrei no youtube para disponibilizar o link.
Como já falei antes aqui no blog, sou 100% favorável ás mulheres terem poder de decisão de como será o seu parto. Quer cesária eletiva? ok. Quer um parto humanizado de cócoras em casa?ok.
O importante é a mulher (e o casal) decidir e optar, dentro das possibilidades (obviamente,existem casos em que não há escolha) e não ser uma decisão imposta pelos médicos, hospitais, pelo sistema do plano de saúde no Brasil.
Veja o link com reportagem da revista TPM:
http://revistatpm.uol.com.br/entrevistas/o-renascimento-do-parto.html
Aproveitando, vi a pouco o novo comercial de dia das mães da loja Renner. Gostei da iniciativa, o comercial está bem feito e é tocante. Pode ser mais um "apelo" para conseguirmos mudar a perspectiva dos partos no Brasil. Infelizmente não encontrei no youtube para disponibilizar o link.
sábado, 20 de abril de 2013
Origens Mágicas, Vidas Encantadas
Amei esse livro!
1- porque me interesso muito por assuntos holísticos, místicos, cabalisticos, etc;
2 - esclarece as fases da gestação e como o bebê sente cada uma delas;
3- desperta a espiritualidade por meio da gravidez;
4- fiz alguns dos exercícios propostos no livro e por alguns momentos, me senti acolhida, mais equilibrada e conectada com o bebê.
Foi escrito com base nos ensinamentos de Deepak Chopra, que é um médico indiano radicado nos EUA. Após passar por uma fase de muito trabalho e stress, buscou inspiração e ensinamentos em livro de um mestre indiano e virou um dos maiores divulgadores da meditação e estilo de vida saudável nos EUA. Hoje, comando o Centro Chopra para o Bem-Estar e divide seu tempo entre seminários, palestras e lançamentos de livros.
Pelo que li sobre Deepak Chopra, percebi que muitos o criticam por ser uma espécie de "marketeiro" que só tem interesse em ganhar dinheiro com suas palavras de auto-ajuda "orientais". (me veio a cabeça Paulo Coelho - tipo "ame ou odeie"). Para mim, sem preconceitos.
Sem dúvida, pretendo ler outros livros dele.
1- porque me interesso muito por assuntos holísticos, místicos, cabalisticos, etc;
2 - esclarece as fases da gestação e como o bebê sente cada uma delas;
3- desperta a espiritualidade por meio da gravidez;
4- fiz alguns dos exercícios propostos no livro e por alguns momentos, me senti acolhida, mais equilibrada e conectada com o bebê.
Foi escrito com base nos ensinamentos de Deepak Chopra, que é um médico indiano radicado nos EUA. Após passar por uma fase de muito trabalho e stress, buscou inspiração e ensinamentos em livro de um mestre indiano e virou um dos maiores divulgadores da meditação e estilo de vida saudável nos EUA. Hoje, comando o Centro Chopra para o Bem-Estar e divide seu tempo entre seminários, palestras e lançamentos de livros.
Pelo que li sobre Deepak Chopra, percebi que muitos o criticam por ser uma espécie de "marketeiro" que só tem interesse em ganhar dinheiro com suas palavras de auto-ajuda "orientais". (me veio a cabeça Paulo Coelho - tipo "ame ou odeie"). Para mim, sem preconceitos.
Sem dúvida, pretendo ler outros livros dele.
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